Quaest para Presidente: Lula lidera em cinco estados, Flávio Bolsonaro, em quatro

 Quaest para Presidente: Lula lidera em cinco estados, Flávio Bolsonaro, em quatro

Lula lidera a intenção de votos em cinco estados, enquanto Flávio Bolsonaro lidera em quatro. Já Ronaldo Caiado lidera em um dos estados. (Foto: (1) Ricardo Stuckert/PR / (2) Agência Brasil/Lula Marques / (3) Isac Nóbrega/Presidência da República)

Uma nova pesquisa do instituto Genial/Quaest sobre a corrida presidencial de 2026 mostra um cenário fragmentado entre os principais pré-candidatos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança em cinco estados, enquanto o senador Flávio Bolsonaro lidera em quatro unidades da federação. Já o governador Ronaldo Caiado aparece à frente em um estado.

Os dados refletem um país dividido entre diferentes regiões. Lula mantém vantagem principalmente em estados do Nordeste e parte do Norte, enquanto Flávio Bolsonaro apresenta melhor desempenho em estados do Sul e Sudeste, além de Goiás — onde Caiado também se destaca politicamente.

>> Participe do canal do MÍDIA no WhatsApp

O levantamento reforça o cenário de polarização nacional, com forças políticas equilibradas e disputas regionais bastante distintas. Em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, por exemplo, há tendência de maior apoio a candidatos ligados à direita, enquanto no Nordeste o petista mantém vantagem.

Foto: Reprodução/Quaest

Cenário segue indefinido e aponta disputa equilibrada

Apesar da divisão por estados, a disputa presidencial segue aberta. Em nível nacional, pesquisas recentes indicam que Lula lidera o primeiro turno, mas com vantagem reduzida sobre Flávio Bolsonaro.

Já em uma eventual simulação de segundo turno, os dois aparecem em empate técnico dentro da margem de erro, mostrando que a eleição de 2026 tende a ser bastante competitiva.

O cenário também inclui outros nomes, como Ronaldo Caiado, que aparece com menor percentual nas pesquisas nacionais, mas com força localizada em determinados estados.

A pesquisa reforça que, a poucos meses do início oficial da campanha, o eleitorado brasileiro ainda está dividido e o resultado segue indefinido, com forte influência dos contextos regionais.